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encontra-se muita poesia pela internet, mas ouve-se muito pouco.

September 17, 2008

Não sei se a poesia vende muito ou não em Portugal. O que mais oiço é que não, mas de vez em quando  lá aparece alguém a dizer que não é bem assim.

Mais sorte têm os britânicos que colocaram os cibernautas a ouvir poesia através do Poetry Archive, um site que reúne poemas e declamações em áudio dos próprios poetas. O sucesso é tão grande que o site chega a receber mais de um milhão de visualizações por mês.

Andrew Motion, poeta britânico laureado e co-fundador do Poetry Archive, mostrou que a internet pode despertar o interesse pela poesia através da sua audição.

Nós por cá, gostaríamos de ter um semelhante. Era bonito ouvir Fernando Pessoa a declamar os seus versos. Mas, se os grandes não deixaram registos áudio, muitos outros (e até os que começam agora) poderiam declamar os seus próprios poemas e disponibilizá-los no ciberespaço. Encontra-se muita poesia pela internet, mas ouve-se muito pouco.

No vídeocast podem ver João Negreiros, um dos poucos jovens poetas que se escutam (e também se vêem) na internet. Na sítio da Rasarte podem encontrar os restantes vídeos.

21 Comments leave one →
  1. September 17, 2008 11:43 pm

    Que performance, que actor, que homem. Isto não é um rato. É uma ideia boa, a de pôr os poetas a declamar em frente à câmara. Contudo, duvido que muitos tenham a genica que este homem possui.

  2. September 18, 2008 11:31 am

    O João Negreiros é actor, logo é normal que nos surpreenda com uma boa performance. Não pedia tanto aos outros poetas🙂

  3. Albano Pinheiro permalink
    September 18, 2008 12:12 pm

    Que poema incrível!!! Que talento!! Este João Negreiros é mesmo um achado. Nunca vi nada assim. Já vi os outros poemas no youtube e é magnífico…

  4. José Sousa permalink
    September 18, 2008 1:12 pm

    Dá mesmo que pensar este texto, já o ouvi várias vezes porque é daqueles que quanto mais se ouve mais se entranha. É pena que este autor não seja tão divulgado… também adorei o actor que declama o poema. Parabéns ao blog por mostrar coisas tão surpreendentes. Vejam se trazem mais como este

  5. Paulo Silva permalink
    September 18, 2008 1:20 pm

    Não conhecia este livro. já li ” O cheiro da sombra das flores” também do João Negreiros e fiquei fã mas este não conhecia, vou ver se compro também o “Luto Lento” que poesia desta qualidade não é vulgar nos dias que correm. Já agora aproveito para dizer ao José Sousa que, caso não tenha percebido, o autor e o actor são o mesmo, mas eu percebo que seja difícil de acreditar. Abraço e parabéns pelo blog

  6. September 18, 2008 2:06 pm

    Senhores Albano, José e Paulo muito obrigado pela visita. Curioso que tenham o mesmo endereço IP mas como eu não percebo nada disso deve ser mera coincidência😉

  7. September 18, 2008 11:30 pm

    Lol.😛

  8. Dina Costa permalink
    June 11, 2009 4:09 pm

    é verdade!O João Negreiros é genial, e além de uma actor do outro mundo, e um poeta de todos os universos, será o futuro prémio nobel! não perdoem a minha megalomania, porque quem escreve assim merece no mínimo! é necessário que todos conhecam os poemas dele, portanto ser genial só não basta, é preciso que os senhores das editoras também sejam rápidos, e publiquem!
    Acho que vou fundar uma eu para que todos os conhecam, porque assim como assim é a única forma do mundo mudar um bocadinho!

  9. Andreia Dantas permalink
    July 8, 2009 3:34 am

    Grande profissional! Que os “Joões Negreiros” se multipliquem!!!

    P.S Afirmo-o com conhecimento de causa.

  10. Moisés Freitas permalink
    August 6, 2009 12:46 am

    mmmm….. Observei este vídeo reconheço o trabalho e o esforço de João Negreiros – pelo empenho dou os meus parabéns. Mas algo desviou a minha atenção do texto. Por um lado os gestos e o movimento de um corpo, a géstica, a dramatização (?); por outro lado o timbre vocal, a forma como as palavras foram expressas, senti-as sem o fio da respiração – quer dizer, claro que estavam por cima da ofegante dramatização da “personagem” – mas é outra coisa, como se perdessem toda a musicalidade, as vogais, as consoantes, os “rr” os “ch” surgiram muitas vezes apagados pela respiração ofegante da géstica – que embora para muitos observadores tenha sido uma performance espectacular, para mim tornou o texto muitas vezes incompreensível, quase sempre “estranho”, especialmente porque o queixo parece preso, o tronco parece prender aquele “insuflar” das palavras que tanto se vê em João Villaret, Ary dos Santos ou até mesmo o grande Carlos do Carmo – Mas na verdade nunca comentei uma declamação de poesia e sinto dificuldade em me explicar, peço desculpa aos amigos leitores. De resto achei que a dramatização e o ritmo tiveram mais peso, exagerados, enquanto o texto perdeu, a meu ver, a impostação vocal, a condução melódica, um “legato” musical. Talvez por isto tudo me impressionou este vídeo – pareceu-me um monólogo dramatizado de forma muito interessante, mas não um texto recitado (texto/poesia/conto/não sei bem que nome dar). João Afonso tem a energia e o fogo de um actor e escritor, mas sinto a falta daquilo que muitos actores portugueses esquecem (especialmente os que trabalham para as nossas brilhantes novelas, que respeito muito): sinto a falta de ressonância vocal, de timbre vocal amplo e livre, de apoio na respiração e nas vogais e consoantes, de projecção…. Por favor caros poetas, chegou a hora de recitarem com o corpo mas conscientes de que precisam conhecer e estudar o vosso instrumento de declamação, a voz. Procurem aprender sobre isso porque são essas técnicas/artes que em conjunto tocam o coração e elevam o público até à experiência realmente única do transcendental na arte de recitar. Para concluir dou os parabéns a este actor e escritor pela emoção e sensibilidade, embora devido a tudo o resto a performance não me “tocou cá dentro”, no meu peito. Penso que um artista entende isto de que falo. Muito, muito obrigado por esta iniciativa genial, bem hajam poetas! Procurem ser autónomos e expressar os caminhos, aqueles que ninguém melhor que vós podem dar vida, som, canto e alma!🙂

  11. Moisés Freitas permalink
    August 6, 2009 12:54 am

    …..ah, esquecia-me de referir: certos momentos do texto têm o toque de génio! Muitos Parabéns!

  12. August 27, 2009 12:02 am

    Discordo quase por completo com o comentário anterior.
    Creio, não, melhor dizendo, sei que “os gestos e o movimento de um corpo, a géstica, a dramatização (?)” (ou como se quiser chamar) chamam a atenção, chamam a emoção, prendem os olhares e os corações.
    Talvez o que tenha desviado, verdadeiramente, a atenção tenha sido a análise milimétrica da técnica, o que não deixou espaço para “tocar lá dentro”, no peito.

    Não querendo faltar ao respeito à pessoa que escreveu o comentário. Estou igualmente a expressar a minha opinião. E pelo que vou dizer a seguir talvez me considerem suspeita. Podem fazê-lo, mas eu continuo a saber🙂

    “A poesia sai à rua.
    As palavras assumem os contornos dos corpos.
    Pela voz do elenco do Teatro Universitário do Minho (TUM), a poesia de João Negreiros é recriada, criando ambientes de conforto e desconforto, paz e inquietação, levando quem ouve até ao interior de si.
    Viagens à boleia de poemas… ou poemas com bilhetes de partida…?
    Numa interpretação naturalista, oral e inovadora, cinco mulheres sobem ao palco, descem às ruas, embalam as palavras em jeito de provocação.”

    “(…) com gente que anuncia talento como esta, somos todos cúmplices. Ou então já estamos mortos.” Miguel Carvalho, jornalista da Visão

    Este espectáculo é feito em parceria com a Papiro Editora, promovendo a poesia do autor João Negreiros, vencedor do Prémio Internacional de Poesia, Off Flip de Literatura 2009, com bolsa de criação literária.

    Próximos espectáculos:

    Vila Real, Casa de Pasto Chaxoila, 4 de Setembro às 21h30
    Porto, Clube Literário do Porto, 6 de Setembro às 21h30
    Braga, Livraria Centésima Página, 8 de Setembro às 21h30
    Braga, FNAC do Bragaparque, 10 de Setembro às 21h30
    Coimbra, FNAC Fórum, 12 de Setembro às 17h00
    Porto, FNAC Norteshopping, 16 de Setembro às 21h30
    Vila Real, Associação Espontânea, 19 de Setembro às 21h30
    Lisboa, FNAC Chiado, 20 de Setembro às 17h00
    Guimarães, Livraria do Centro Cultural São Mamede, 21 de Setembro às 21h30
    Porto, FNAC Santa Catarina, 22 de Setembro às 21h30

    ESTÃO CONVIDADOS!

    http://www.joaonegreiros.blogspot.com
    http://www.blogdotum.blogspot.com
    teatrum@gmail.com | Telemóvel: 965530263

  13. August 27, 2009 12:12 am

    P.S. João Afonso? Creio que a atenção também se desviou do nome.

  14. Dina Costa permalink
    August 27, 2009 12:36 am

    Em primeiro lugar, não é João Afonso! Mas João Negreiros!
    E permite-me discordar de quase tudo o que diz!
    Quando o génio não tem por onde ser mais perfeito há sempre quem venha dizer que a poesia como esta é estranha de ser ouvida! Pois é! E ainda bem! porque estamos à espera das palavras insulfladas de som e vazias de transferências emocionais, e que não passam por nós, bem podem ficar aí a ver as novelas, ou outras coisas pseudo qualquer coisa! e quem procura apenas o lado da técnica não se pode surpreender muito com o não se tocar! ora! Deixe-se levar, afinal “depois é sempre a andar para trás, até chegar-mos à partida que nos prega a morte no principio”=)
    Ah , não comparemos sequer o talento e trabalho deste actor, porque nisso também é único e irrepetível! Há uma distinção clara e evidente entre o trigo e o joio! O caro poeta é a excelência em tudo o que faz, e sabe dizer poesia como ninguém nunca disse! e sente as palavras no corpo e faz os outros arrepiarem-se com elas! Mesmo os de coração e pele rija! Portanto, mas compreendo a sua perplexidade em comentar uma declamação, não há referências neste país!
    A obra do João é simplesmente deste e do outro mundo! e eu sou realmente fã da obra dele! =)

  15. August 27, 2009 12:38 am

    e já agora para quem ainda não viu , e quem já viu “”Inspiração é Respirar” está de volta aos palcos!”

    Espectáculo de poesia e percurso antológico da poesia de João Negreiros, que tem como objectivo traçar uma rota que vai desde as suas tendências Neo-Surrealistas até à lírica mais conceptual e sonora. A interpretação dos actores visa ser oral, naturalista e inovadora, tornando a literatura mais óbvia, mais universal e mais acessível. É um espectáculo de emoções extremas e dos sentimentos mais íntimos e guarda os momentos mais carinhosos que só se partilham com os amantes, os amigos e o público.

    A poesia sai à rua.
    As palavras assumem os contornos dos corpos.
    Pela voz do elenco do Teatro Universitário do Minho (TUM), a poesia de João Negreiros é recriada, criando ambientes de conforto e desconforto, paz e inquietação, levando quem ouve até ao interior de si.
    Viagens à boleia de poemas… ou poemas com bilhetes de partida…?
    Numa interpretação naturalista, oral e inovadora, cinco mulheres sobem ao palco, descem às ruas, embalam as palavras em jeito de provocação.

    “(…) com gente que anuncia talento como esta, somos todos cúmplices. Ou então já estamos mortos.” Miguel Carvalho, jornalista da Visão

    Este espectáculo é feito em parceria com a Papiro Editora, promovendo a poesia do autor João Negreiros, vencedor do Prémio Internacional de Poesia, Off Flip de Literatura 2009, com bolsa de criação literária.

    Próximos espectáculos
    Vila Real, Casa de Pasto Chaxoila, 4 de Setembro às 21h30
    Porto, Clube Literário do Porto, 6 de Setembro às 21h30
    Braga, Livraria Centésima Página, 8 de Setembro às 21h30
    Braga, FNAC do Bragaparque, 10 de Setembro às 21h30
    Coimbra, FNAC Fórum, 12 de Setembro às 17h00
    Porto, FNAC Norteshopping, 16 de Setembro às 21h30
    Vila Real, Associação Espontânea, 19 de Setembro às 21h30
    Lisboa, FNAC Chiado, 20 de Setembro às 17h00
    Guimarães, Livraria do Centro Cultural São Mamede, 21 de Setembro às 21h30

  16. Moisés Freitas permalink
    August 27, 2009 10:31 pm

    Muito obrigado pelos vossos comentários! Confesso que pouco depois de escrever a minha opinião acerca do vídeo de João Negreiros (incluíndo-se todas as versões do nome do autor!!) que aqui assisti, pouco depois daquele click do rato no botão “send comment”, pus as mãos na cabeça e dei-me de conta de que julguei um artista profissional baseado apenas numa apresentação, numa fonte, num videocast, quando no mínimo convinha procurar o YouTube por mais vídeos, procurar as récita ao vivo ou ler a poesia publicada num qualquer sítio online.

    (Apesar de tudo ainda continuo a sentir daquele videocast todos os aspectos que referi.)

    Mas porquê envio este “comment”? Porque achei especialmente fascinante a forma como a Dina e a Ana perspectivaram e integraram numa corrente estilística o trabalho deste autor, pergunto-me “então e como terão sido essas outras récitas que “tocaram” estas duas pessoas e todos os anteriores visitantes desta página???”- reconheço que todos os artistas dão sempre o seu melhor, mas há momentos, públicos e lugares que catapultam performances excepcionais dos quais tenho (temos) muita vontade em participar como parte da plateia, momentos que, se calhar, só se captam “ao vivo” e não tanto em videocast. Agradeço a vossa opinião e todos os “recortes” dos meios de comunicação social, já que eu não estou informado sobre 99,9% do trabalho de João Negreiros, prometo fazer isso mesmo, utilizar a vossa visão e as vossas dicas, as vossas “lentes”, para captar esse mundo que desconheço dessa perspectiva! Quem sabe, talvez mude a minha opinião? Muito obrigado!

    (agora que acabei de escrever este comentário, e prestes que estou a “clicar” no botão “submit”, espero que não me tenha enganado no nome de ninguém!!!!🙂

  17. Moisés Freitas permalink
    August 27, 2009 11:34 pm

    Ps.: depois de ler o meu primeiro comentário lá por cima, se pudesse voltar no tempo, acho que não o escreveria da mesma maneira, está realmente frio e calculista, bastava escrever “não gostei” e pronto! Compreendo a sua opinião, Ana, mas é para que veja o quanto me revoltou este “videocast” apesar dos aspectos positivos…. se calhar todas as obras primas causam revolta, confusão e quando essas artes não integram com algum equilíbrio (ou chocam com) o corpo emocional de alguns, esses utilizam o hemisfério esquerdo do cérebro para se protegerem e compreenderem o porquê do que sentem. (Lá estou a analisar!) Aí é fascinante compreender, para algumas pessoas existe uma espécie de satisfação intelectual em fazê-lo. Não é sempre o meu caso. É muito raro. Não pertenço a essa equipa de intelectualistas, acredito no artista intuitivo que sabe ser consciente de si proprio e cientificamente informado, porque toda a arte tem (devia ter) o lado transcendental e a ciência num jogo integrado. A vida é assim mesmo. Sinto que João Negreiros é altamente intuitivo. Acredito que antes de mais, antes de qualquer análise deve acontecer a experiencia emocional (foi o que procurei no videocast deste actor) bom, haverá quem discorde, haverão até aqueles artistas que dirão que quando estão a criar não pretendem atingir qualquer emoção, zero, apenas pretendem oferecer-nos “arte pura”, seja lá isso o que significar… divago…

    Escrevo tudo isto para quê? para comentar o “post” da Ana: o que escrevi foi um exercício, tentei destilar o que pude, vendo hoje acredito que não devia ter acontecido num blog, neste blog, mas privadamente, para mim próprio e deixava o resto, apenas a opinião em si mesma e um abraço aos potenciais poetas “recitantes” para que sejam conscientes de si mesmos – estou rindo! Teria sido muito mais simples e funcional!

    Estou grato pelas revoltas que o comentário vos causou porque acabaram por defender e promover o artista com inteligência, então aproveito a boleia, bora lá que vou ver o João Negreiros (e analisar depois!!) Vou num pé e venho noutro, como se diz na minha terra!🙂

  18. Andreia Dantas permalink
    August 28, 2009 10:26 pm

    Obviamente que não concordo com grande parte do que o caro Moisés Freitas escreveu. Mas foi lindo de ler o que escreveu porque no meio de tanta crítica senti que estava maravilhado com o que viu: “Talvez por isto tudo me impressionou este vídeo – pareceu-me um monólogo dramatizado de forma muito interessante, mas não um texto recitado (texto/poesia/conto/não sei bem que nome dar).” Sabe porque acha que não lhe parece um texto recitado? Porque nunca viu ninguém a recitar desta forma poesia o que lhe provoca alguma estranheza, completamente normal. Nós portugueses temos esta característica brilhante que é não nos deixarmos levar imediatamente pelo novo e o surpreendente, principalmente, quando se trata de produto nacional. Mas voltando ao assunto. Existem três componentes fundamentais numa declamação de poesia: voz, corpo e emoção. Estes três aspectos técnicos conjugados dão o resultado que se verifica acima no vídeo. É isso que destaca esta performance de tantas outras que por aí se fazem.

  19. September 5, 2009 4:17 pm

    Aproveito para dizer que estão mais 2 datas confirmadas!

    Chaves, Café Grão Bago, 13 de Setembro às 21h30

    Lisboa, Fábrica Braço de Prata, 20 de Setembro às 21h30

    Não percam a oportunidade de ver este espectáculo! Vai dar que falar…

  20. Maria Viana Forte permalink
    September 24, 2009 10:18 pm

    Parece-me que a poesia e a forma como o João Negreiros trabalha “primeiro estranha-se e depois entranha-se”, espero que seja o seu caso Moisés.
    Conheco a obra dele algum tempo, tempo suficiente para lhe dizer que João Negreiros é um senhor,um mestre, um sábio.
    Cada poema, cada verdade, sempre muito específico, na poesia do João N. tudo se transforma, não há ideias repetidas, não sei se me faço entender, mas já uma vez disse um grande autor russo Dostoiévski (…) poucos são os homens( na história da Humanidade) que têm a capacidade de dizer coisas novas, e eu penso que o João é um desses.
    Força João Negreiros, e parabéns ao TUM por terem um Talento/Génio incomparável a trabalhar convosco.
    Mariavforte

  21. yngrid permalink
    August 11, 2010 10:30 pm

    minha poesia é melhor

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