o absurdo

‘it was me, waiting for me’

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Ian Curtis volta a estar na berlinda: Anton Corbijn realizou um filme – Control – inspirado no vocalista dos Joy Division. Já tenho a discografia completa do sr. depressão há bastante tempo mas confesso que nunca lhe dei muita atenção.

Agora, depois de Ian ressuscitar (nas notícias, leia-se) voltei a ouvir os álbuns dos Joy Division. O amigo que me passou a discografia disse-me na altura, se estou lembrada, que Ian Curtis tinha sido o pioneiro dos urbano-depressivos. Não faço ideia, o meu conhecimento histórico-musical é limitado. E não me apetece googlar.

Adiante, estava eu a dizer que comecei a ouvir a música do sr. depressão. E numa altura em que atravesso um período particularmente difícil na minha vida, os Joy Division e, especialmente, o Ian Curtis, dão-me um novo ânimo e fôlego para continuar. O que é em si contraditório: as músicas dos meninos de Manchester são tristes, depressivas e sem grande luz ao fundo do túnel. Mas o sr. depressão consegue deixar-me verdadeiramente esperançada. Isto, há coisas do diabo!

Candidate

 Forced by the pressure
The territory’s marked
No longer the pleasure
Oh, I’ve since lost the heart

 (…)

I campaigned for nothing
I worked hard for this
I tried to get to you
You treat me like this

 It’s just second nature
It’s what we’ve been shown
We’re living by your rules
That’s all that we know

 I tried to get to you
I tried to get to you
I tried to get to you
I tried to get to you

@Joy Division

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