o absurdo

cinema em três linhas

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Harry Potter e a Ordem da Fénix, David Yates: aborrece até à morte; já não surpreende, cansa; mais do mesmo; nem o beijinho de Harry a Cho salva o filme da previsibilidade, monotonia e tédio;

Saraband, Ingmar Bergman: solidão, música e amor; descrito como uma “terrível lucidez sobre os laços familiares”, Saraband perturba, inquieta e apaixona; de destacar o retrato íntimo e complexo das personagens bergmanianas;

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