o absurdo

para dizer a verdade, não me sinto lá muito bem

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perdoem-me a ausência. ando com uma dor permanente no lado esquerdo do peito por todos os álbuns que não ouvi. e quando levanto o braço direito sinto uma dor aguda, pequenina mas aguda, de todas as palavras que não escrevi. e se tudo isto ainda não bastasse, sofro pontadas na coração por todos os quadros que não vi. mas, o que mais me pesa, nem é tudo o que já referi. isto é o menos. a minha verdadeira doença, meus amigos, são as lágrimas que verto todos os dias, ao deitar, pelos livros que nunca lerei.

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