o absurdo

sem título

Advertisements

a manhã vai a meio, impiedosa. tudo o que tinha programado para esta metade ficou por fazer. passamos a vida a adiar coisas. como hoje: levantei-me e fiz coisas diferentes das que deveria fazer. cá dentro, o desejo rejubilou de felicidade. é aquela adrenalina de que falava FP: ter coisas para fazer e não as fazer. e agora, passado o entusiasmo inicial de não cumprir os deveres, sinto-me brutalmente insatisfeita. são os ardores de sentir poetas – e na realidade não ser coisa nenhuma.

Advertisements

Advertisements