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	<title>o absurdo</title>
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	<pubDate>Sat, 17 May 2008 15:09:12 +0000</pubDate>
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		<title>Malagueta</title>
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		<pubDate>Sat, 17 May 2008 10:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[crítica]]></category>

		<category><![CDATA[literatura]]></category>

		<category><![CDATA[A Sombra do Vento]]></category>

		<category><![CDATA[Carlos Ruiz Zafón]]></category>

		<category><![CDATA[revista Malagueta]]></category>

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		<description><![CDATA[
A edição #9 da revista Malagueta já saiu. Contribuo com uma pequena crítica que já tinha sido publicada parcialmente na versão impressa do ComUM. Fica o agradecimento pelo convite à Renata Miloni.


Há que distinguir: A Sombra do Vento [1], de Carlos Ruiz Zafón, não é um bestseller mas um top de venda. Sim, quem explica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="vertical-align:top;" src="http://absurdo.files.wordpress.com/2008/05/malagueta9.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:justify;">A edição #9 da <a href="http://revistamalagueta.com/" target="_blank">revista Malagueta</a> já saiu. Contribuo com uma <a href="http://revistamalagueta.com/resenhas9/a-sombra-do-vento" target="_blank">pequena crítica</a> que já tinha sido publicada parcialmente na versão impressa do <a href="http://www.comumonline.com" target="_blank">ComUM</a>. Fica o agradecimento pelo convite à Renata Miloni.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Há que distinguir: <strong>A Sombra do Vento</strong> [1], de <strong>Carlos Ruiz Zafón</strong>, não é um bestseller mas um top de venda. Sim, quem explica a diferença é Alexandre O’Neill:<em>&#8220;O bestseller é um produto perfeita (ou eficazmente) projectado em termos de ‘marketing’ editorial e livreiro”, enquanto os tops de venda são “excelente literatura que, por razões pontuais e, muitas vezes extrínsecas à sua própria feitura, conheceram grandes êxitos de venda&#8221;. [2]</em><br />
A sombra do vento tem somado tops de vendas por todo mundo mas, ao contrário do bestseller, que rapidamente se esquece e perde no tempo, este livro veio para conquistar o seu espaço no corpo de vários leitores, especialmente dos bibliófilos. O penúltimo livro de Zafón é um livro sobre livros, mas não só: romance, policial, aventura, terror e muitos outros elementos estão lá.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-720"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Tudo começa em 1945, numa Barcelona modernista do pós-guerra civil espanhola. Daniel Sempere é uma criança órfã de mãe que um dia é levado pelo seu pai ao Cemitério dos Livros Esquecidos — um lugar secreto que guarda todos os livros que foram condenados ao esquecimento, permitindo que continuem a sobreviver. De acordo com a tradição, Daniel pode salvar uma alma e acaba por escolher A sombra do vento, de Julián Carax, um escritor obscuro. O livro rouba-lhe apaixonadamente a noite e Daniel começa a procurar outros do autor. Mas a tarefa revela-se difícil: o miúdo descobre que um indivíduo de rosto desfigurado, com o nome de uma das personagens de um livro de Carax, andou de loja em loja à procura de todos os livros do escritor e, à medida que os ia descobrindo, queimava-os. As obras de Julián Carax tornaram-se verdadeiras raridades e um alfarrabista chega a oferecer a Daniel uma quantia considerável de dinheiro pela Sombra do vento, mas o protagonista recusa todas as ofertas. À medida que Daniel vai crescendo, as investigações aprofundam-se e ele começa a reconstruir a história de Julián Carax, que acabará por se confundir com a sua. Pelo meio não poderia faltar o amor: Daniel apaixona-se primeiro por Clara, uma jovem cega, e mais tarde pela irmã do seu melhor amigo, Bea. O desfecho é surpreendente.</p>
<p style="text-align:justify;">A sombra do vento nasce do casamento entre Gabriel García Márquez, Umberto Eco e Jorge Luis Borges. Há tramas dentro de tramas, labirintos dentro de labirintos, personagens e histórias por resolver. E a excelência de Zafón está na forma como conduz o leitor, cada vez mais perdido, e esfomeado pelo desenlace laboriosamente urdido. Não há tempos mortos, tudo se acelera vertiginosamente. E estamos a falar, na edição de bolso da Phoenix, de aproximadamente 500 páginas. É um crescendo de suspense e agitação, sem qualquer aborrecimento pelo meio. O autor não faz render o peixe, descreve apenas o essencial, e até se fica com pena que o peixe não sobreviva por mais tempo.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas nem tudo são rosas. A sombra do vento peca principalmente nas personagens. A caracterização é fraca e Záfon pinta um quadro excessivamente idílico: as prostitutas são meigas e doces; o chapeleiro é mau; um vagabundo, resgatado da rua, torna-se um gentleman trabalhador e exemplar. Daniel apaixona-se muito rapidamente e parece que, apesar da passagem dos anos, não cresce.</p>
<p style="text-align:justify;">O leitor que se atrever por estas sombras de vento deve ficar precavido: não esteja a ler mais nenhum livro porque este irá absorvê-lo por completo e não descansará enquanto não o acabar. Maldito. E depois de acabar, ira questionar-se: “Existirá vida, ou livros, depois de A sombra do vento?”.</p>
<p style="text-align:justify;">Os dois primeiros capítulos do livro estão disponíveis em espanhol aqui. Em Portugal [3], a versão traduzida custa aproximadamente 22 euros, enquanto que a edição de bolso da Phoenix fica por 12 euros. Perante diferença tão abismal, o leitor que domine o inglês optará certamente pela segunda opção.</p>
<p style="text-align:justify;">***</p>
<p style="text-align:justify;">Carlos Ruiz Zafón nasceu em Barcelona em 1964. Em 1993, obteve o Prémio Edebé com o seu primeiro romance O príncipe da névoa. Desde então, publicou mais quatro romances, transformando-se numa das maiores revelações literárias com A sombra do vento — finalista do Prémio de Romance Fernando Lara 2001 e do Prémio Llibreter 2002, e eleito o Melhor Livro de 2002 pelos leitores de La Vanguardia. El juego del Ángel é o mais recente livro do escritor espanhol.</p>
<p style="text-align:justify;">Referências</p>
<p style="text-align:justify;">[1] Dom Quixote (Portugal), 2004<br />
[2] Uma coisa em forma de assim, Assírio &amp; Alvim (Portugal), 2004<br />
[3] No Brasil, o livro foi lançado pela Editora Objetiva em 2007.</p>
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		<title>todos contentes e eu nem por isso</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 21:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O absurdo anda anestesiado: a guerra campal entre a LeYa, a APEL, a UEP e o catano que os leve provoca-lhe bocejos. O remédio é santo: Manuel de Freitas (&#8221;Todos contentes e eu também&#8221;) e Julio Cortázar  (&#8221;O jogo do mundo - Rayuela&#8221;) prometem acordá-lo ainda esta noite.
       [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">O absurdo anda <strong>anestesiado</strong>: a guerra campal entre a LeYa, a APEL, a UEP e o catano que os leve provoca-lhe bocejos. O remédio é santo: Manuel de Freitas (&#8221;Todos contentes e eu também&#8221;) e Julio Cortázar  (&#8221;O jogo do mundo - Rayuela&#8221;) prometem acordá-lo ainda esta noite.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/absurdo.wordpress.com/717/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/absurdo.wordpress.com/717/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/absurdo.wordpress.com/717/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/absurdo.wordpress.com/717/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/absurdo.wordpress.com/717/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/absurdo.wordpress.com/717/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/absurdo.wordpress.com/717/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/absurdo.wordpress.com/717/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/absurdo.wordpress.com/717/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/absurdo.wordpress.com/717/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/absurdo.wordpress.com/717/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/absurdo.wordpress.com/717/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=absurdo.wordpress.com&blog=202045&post=717&subd=absurdo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>apontar na agenda, faz favor</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 09:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[notícia]]></category>

		<category><![CDATA[A Mancha Humana]]></category>

		<category><![CDATA[Philip Roth]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo sábado, 17 de Maio, por mais um euro a revista Sábado vende (sempre é melhor do que oferece) A Mancha Humana de Philip Roth. E adivinhem lá quem vai comprar?
       ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">No próximo sábado, 17 de Maio, por mais um euro a revista Sábado vende (sempre é melhor do que oferece)<strong> A Mancha Humana</strong> de Philip Roth. E adivinhem lá quem vai comprar?</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/absurdo.wordpress.com/716/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/absurdo.wordpress.com/716/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/absurdo.wordpress.com/716/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/absurdo.wordpress.com/716/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/absurdo.wordpress.com/716/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/absurdo.wordpress.com/716/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/absurdo.wordpress.com/716/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/absurdo.wordpress.com/716/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/absurdo.wordpress.com/716/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/absurdo.wordpress.com/716/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/absurdo.wordpress.com/716/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/absurdo.wordpress.com/716/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=absurdo.wordpress.com&blog=202045&post=716&subd=absurdo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>rede social para aspirantes a escritores</title>
		<link>http://absurdo.wordpress.com/2008/05/13/rede-social-para-os-aspirantes-a-escritores/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2008 21:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

		<category><![CDATA[notícia]]></category>

		<category><![CDATA[Authonomy]]></category>

		<category><![CDATA[HarperCollins]]></category>

		<category><![CDATA[MySpace]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançado pela editora HarperCollins, Authonomy é um novo site onde os aspirantes a escritores podem deixar partes (no mínimo 10,000 palavras) dos seus manuscritos. Os textos serão depois avaliados pela comunidade do site. A editora pretende que o Authonomy ajude a descobrir novos talentos na escrita, tal como o MySpace ajuda na música.
Não é nada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Lançado pela editora HarperCollins, <a href="http://www.authonomy.com/index.aspx" target="_blank">Authonomy</a> é um novo site onde os aspirantes a escritores podem deixar partes (no mínimo 10,000 palavras) dos seus manuscritos. Os textos serão depois avaliados pela comunidade do site. A editora pretende que o Authonomy ajude a descobrir novos talentos na escrita, tal como o MySpace ajuda na música.</p>
<p style="text-align:justify;">Não é nada de novo. O que mais existe na internet são locais destes, onde qualquer um pode tentar demonstrar o seu talento. E, como refere Jean Hannah Edelstein <a href="http://blogs.guardian.co.uk/books/2008/05/how_to_outsource_the_slush_pil.html" target="_blank">neste artigo de opinião</a>, a coisa servirá apenas para desentupir as secretárias dos editores. No Myspace ouve-se uma música, gosta-se e pronto. No Authonomy, não estou a ver os leitores a perderem tempo com um texto longo de um autor desconhecido. É que ao contrário da música, as letras não se consomem em dois minutos, é preciso alguma atenção, esforço e vontade. O Authonomy nunca chegará a ser uma sombra do MySpace porque os produtos são completamente diferentes (mesmo tendo em conta que os receptores também possam ser diferentes).</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/absurdo.wordpress.com/715/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/absurdo.wordpress.com/715/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/absurdo.wordpress.com/715/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/absurdo.wordpress.com/715/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/absurdo.wordpress.com/715/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/absurdo.wordpress.com/715/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/absurdo.wordpress.com/715/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/absurdo.wordpress.com/715/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/absurdo.wordpress.com/715/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/absurdo.wordpress.com/715/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/absurdo.wordpress.com/715/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/absurdo.wordpress.com/715/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=absurdo.wordpress.com&blog=202045&post=715&subd=absurdo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mas é cultura ou entretenimento, pá?</title>
		<link>http://absurdo.wordpress.com/2008/05/11/mas-e-cultura-ou-entretenimento-pa/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 May 2008 18:22:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[cultura]]></category>

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		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje andei pela internet a subscrever alguns feed&#8217;s dos principais jornais portugueses e estrangeiros. É curioso verificar que a área da cultura é umas das que se encontra mais mal delimitada. Lá cabem quase sempre notícias dos &#8216;famosos&#8217; e outros que tais. Na Reuters, por exemplo, nem existe a secção de cultura mas uma intitulada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Hoje andei pela internet a subscrever alguns feed&#8217;s dos principais jornais portugueses e estrangeiros. É curioso verificar que a área da <strong>cultura</strong> é umas das que se encontra mais mal delimitada. Lá cabem quase sempre notícias dos &#8216;famosos&#8217; e outros que tais. Na Reuters, por exemplo, nem existe a secção de cultura mas uma intitulada &#8216;<a href="http://www.reuters.com/news/entertainment" target="_blank">entretenimento da indústria e celebridades</a>&#8216;. Nela encontramos as secções de teatro, música, indústria, televisão, pessoas e filmes. Onde está a dos livros? Na BBC News, temos  notícias de <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/entertainment/7393915.stm" target="_blank">Doris Lessing</a> ao lado dos <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/entertainment/7386480.stm" target="_blank">problemas conjugais de Britney Spears</a>. E muitos outros casos se passam em jornais estrangeiros de referência que deveriam ter cuidados acrescidos. Em Portugal, o JN, o DN, o Público e o Diário de Notícias não são tão promíscuos nesta secção. É verdade que a nosso culto à celebridade ainda não atingiu proporções semelhantes ao que se passa noutros países, ainda que para lá caminhemos.</p>
<p style="text-align:justify;">E depois considero muito mau chamar entretenimento à secção da cultura. É verdade que a cultura também é entretenimento mas não só&#8230; É um saber e conhecimento que ultrapassa em muito a ideia do simples divertimento.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/absurdo.wordpress.com/713/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/absurdo.wordpress.com/713/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/absurdo.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/absurdo.wordpress.com/713/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/absurdo.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/absurdo.wordpress.com/713/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/absurdo.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/absurdo.wordpress.com/713/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/absurdo.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/absurdo.wordpress.com/713/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/absurdo.wordpress.com/713/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/absurdo.wordpress.com/713/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=absurdo.wordpress.com&blog=202045&post=713&subd=absurdo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>o elogio do amor (ii)</title>
		<link>http://absurdo.wordpress.com/2008/05/08/o-elogio-do-amor-ii/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2008 12:19:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[bibliofilia]]></category>

		<category><![CDATA[desassossegos]]></category>

		<category><![CDATA[literatura]]></category>

		<category><![CDATA[O Banquete]]></category>

		<category><![CDATA[Platão]]></category>

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		<description><![CDATA[às vezes, procura-se insistentemente algo para escrever mas não surge nada. são dias secos, da imaginação e do desejo. do que todos falam, não vale a pena repetir. do que não falam, as forças andam fracas para descobrir. e, por vezes, ainda lemos algo que nos esmaga, seja pela beleza ou pelos efeitos que provoca. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">às vezes, procura-se insistentemente algo para escrever mas não surge nada. são dias secos, da imaginação e do desejo. do que todos falam, não vale a pena repetir. do que não falam, as forças andam fracas para descobrir. e, por vezes, ainda lemos algo que nos esmaga, seja pela beleza ou pelos efeitos que provoca. por isso me confesso: <a href="http://absurdo.wordpress.com/2008/05/04/o-elogio-do-amor/" target="_blank">o elogio ao amor</a>, de Platão, aniquilou-me e desde então ainda não consegui recompor-me. (e que delicia é este estado).</p>
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		<title>o negócio dos tops</title>
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		<pubDate>Tue, 06 May 2008 11:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[editora]]></category>

		<category><![CDATA[literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Na edição de ontem do Público, Alexandra Lucas Coelho assinava um artigo intitulado &#8220;Como os livros pagam para serem vistos&#8220;. Não causa grande surpresa que as montras, as estantes, o balcão e outros espaços das livrarias sejam comprados pelas grandes editoras. O que me preocupa mais é a ignorância do consumidor. E quem não quiser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Na edição de ontem do Público, Alexandra Lucas Coelho assinava um artigo intitulado &#8220;<strong>Como os livros pagam para serem vistos</strong>&#8220;. Não causa grande surpresa que as montras, as estantes, o balcão e outros espaços das livrarias sejam comprados pelas grandes editoras. O que me preocupa mais é a ignorância do consumidor. E quem não quiser esbarrar com um escritor de cartão tem sempre a possibilidade de ir às pequenas (mas grandes nas vontades) livrarias. O artigo completo pode ser encontrado no site do Público.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/absurdo.wordpress.com/711/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/absurdo.wordpress.com/711/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/absurdo.wordpress.com/711/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/absurdo.wordpress.com/711/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/absurdo.wordpress.com/711/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/absurdo.wordpress.com/711/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/absurdo.wordpress.com/711/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/absurdo.wordpress.com/711/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/absurdo.wordpress.com/711/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/absurdo.wordpress.com/711/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/absurdo.wordpress.com/711/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/absurdo.wordpress.com/711/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=absurdo.wordpress.com&blog=202045&post=711&subd=absurdo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>o elogio do amor</title>
		<link>http://absurdo.wordpress.com/2008/05/04/o-elogio-do-amor/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 May 2008 10:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

		<category><![CDATA[O Banquete]]></category>

		<category><![CDATA[Os Grandes Filósofos]]></category>

		<category><![CDATA[Platão]]></category>

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		<description><![CDATA[O Diário de Notícias e o Jornal de Notícias andam a distribuir uma colecção de livros intitulada Os Grandes Filósofos. Curiosamente, não consegui encontrar no site dos dois jornais qualquer referência a esta colecção. No mínimo, estranho! O primeiro tomo da série - Platão - já saiu e teve como preço de lançamento a módica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><a href="http://absurdo.files.wordpress.com/2008/05/platao2.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-708" src="http://absurdo.files.wordpress.com/2008/05/platao2.jpg?w=74&h=96" alt="" width="74" height="96" /></a>O Diário de Notícias e o Jornal de Notícias andam a distribuir uma colecção de livros intitulada <strong>Os Grandes Filósofos</strong>. Curiosamente, não consegui encontrar no site dos dois jornais qualquer referência a esta colecção. No mínimo, estranho! O primeiro tomo da série - Platão - já saiu e teve como preço de lançamento a módica quantia de 1,99 euros. <em>O Banquete</em>, <em>Fedro</em>, <em>Apologia de Sócrates</em>/<em>Críton</em> são as obras que praticamente nos ofereceram. De referir ainda, que a tradução pertence às Edições 70. Ontem, deleitei-me com o regresso ao Banquete. Ficam aqui algumas passagens,</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Mais, é essencial que os homens que se dispõem a viver uma vida plenamente bela se capacitem deste facto: nem a nobreza de parentesco, nem os cargos de alto prestígio, nem a riqueza, nem qualquer outra coisa são capazes de inspirar feitos tão belos como o amor (p. 39)</p>
<p style="text-align:justify;">Aí está, por minha parte o que tenho a declarar-vos sobre o Amor: ele não é só o mais antigo e venerável dos deuses como o que tem mais poder para levar os homens a alcançar o mérito e a felicidade, tanto na vida como após a morte (p. 43)</p>
<p style="text-align:justify;">Assim acontece quando amamos: nem toda a espécie de amor é bela e digna de elogios, mas apenas aquela que nos incita a amar com nobreza (p. 44)</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Logo, amanhã e depois continuarei a deliciar-me com a jantarada.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/absurdo.wordpress.com/707/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/absurdo.wordpress.com/707/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/absurdo.wordpress.com/707/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/absurdo.wordpress.com/707/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/absurdo.wordpress.com/707/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/absurdo.wordpress.com/707/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/absurdo.wordpress.com/707/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/absurdo.wordpress.com/707/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/absurdo.wordpress.com/707/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/absurdo.wordpress.com/707/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/absurdo.wordpress.com/707/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/absurdo.wordpress.com/707/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=absurdo.wordpress.com&blog=202045&post=707&subd=absurdo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>assim é que a gente se entende</title>
		<link>http://absurdo.wordpress.com/2008/05/03/assim-e-que-a-gente-se-entende/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 May 2008 15:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[editora]]></category>

		<category><![CDATA[literatura]]></category>

		<category><![CDATA[notícia]]></category>

		<category><![CDATA[Cavalo de Ferro]]></category>

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		<description><![CDATA[Já aqui tinha referido a importância das editoras disponibilizarem gratuitamente alguns capítulos dos livros. Vai daí, descobri com algum agrado que a Cavalo de Ferro já o começou a fazer. E agora também disponibiliza uma pequena biografia do tradutor (espero não me estar a enganar, mas não me recordo de lá encontrar isso antes). O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><a href="http://absurdo.files.wordpress.com/2008/05/cavalo.gif"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-706" style="float:left;" src="http://absurdo.files.wordpress.com/2008/05/cavalo.gif?w=128&h=65" alt="" width="128" height="65" /></a>Já <a href="http://absurdo.wordpress.com/2008/03/06/excelente-iniciativa/" target="_blank">aqui</a> tinha referido a importância das editoras disponibilizarem gratuitamente alguns capítulos dos livros. Vai daí, descobri com algum agrado que a <a href="http://www.cavalodeferro.com/i" target="_blank">Cavalo de Ferro</a> já o começou a fazer. E agora também disponibiliza uma pequena biografia do tradutor (espero não me estar a enganar, mas não me recordo de lá encontrar isso antes). O importante é que a moda pegue e as outras editoras comecem a fazer o mesmo. Todos saem beneficiados.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/absurdo.wordpress.com/705/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/absurdo.wordpress.com/705/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/absurdo.wordpress.com/705/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/absurdo.wordpress.com/705/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/absurdo.wordpress.com/705/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/absurdo.wordpress.com/705/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/absurdo.wordpress.com/705/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/absurdo.wordpress.com/705/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/absurdo.wordpress.com/705/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/absurdo.wordpress.com/705/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/absurdo.wordpress.com/705/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/absurdo.wordpress.com/705/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=absurdo.wordpress.com&blog=202045&post=705&subd=absurdo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>o prazer de ler</title>
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		<pubDate>Sat, 03 May 2008 12:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[bibliofilia]]></category>

		<category><![CDATA[desassossegos]]></category>

		<category><![CDATA[literatura]]></category>

		<category><![CDATA[Geração de 68]]></category>

		<category><![CDATA[prazer de ler]]></category>

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		<description><![CDATA[O prazer de ler é qualquer coisa-assim. É chegar a casa, exausta, mal poder abrir os olhos de uma semana de tanto trabalho, deitar-me, abrir o jornal e recuperar o sentido da vida. Tudo pode correr mal mas se tivermos ali as letras, o conhecimento, o cheiro do papel, tudo começa a correr melhor. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">O prazer de ler é qualquer coisa-assim. É chegar a casa, exausta, mal poder abrir os olhos de uma semana de tanto trabalho, deitar-me, abrir o jornal e recuperar <em>o sentido da vida</em>. Tudo pode correr mal mas se tivermos ali as letras, o conhecimento, o cheiro do papel, tudo começa a correr melhor. O poder de um jornal, de uma revista, de um livro, é terapêutico e se muita gente substituísse os <em>xanax&#8217;s </em>pela leitura, a vida correria melhor. É uma impressão utópica, quiçá influenciada pelo leitura do dossier do Público dedicado ao Maio de 68. Tentei ver depois o documentário da RTP 2 &#8220;Geração 68&#8243; mas o cansaço levou a melhor. É que apesar do poder inabalável das imagens, as letras continuam a levar a melhor sobre mim.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/absurdo.wordpress.com/704/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/absurdo.wordpress.com/704/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/absurdo.wordpress.com/704/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/absurdo.wordpress.com/704/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/absurdo.wordpress.com/704/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/absurdo.wordpress.com/704/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/absurdo.wordpress.com/704/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/absurdo.wordpress.com/704/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/absurdo.wordpress.com/704/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/absurdo.wordpress.com/704/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/absurdo.wordpress.com/704/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/absurdo.wordpress.com/704/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=absurdo.wordpress.com&blog=202045&post=704&subd=absurdo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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