Esqueçam o “amor de mãe”, o que agora está a dar são as tatuagens literárias. Por cá, José Luís Peixoto já inaugurou a tendência ao tatuar num dos braços Yoknapatawpha, o condado imaginário que aparece na maioria dos romances de William Faulkner. Neste site, podem ver outras. Deixo a minha preferida,
Le Petit Prince, Antoine de Saint-Exupéry
ps – acho que nunca seria capaz de tatuar o corpo, mas se o fizesse teria de ser inevitavelmente uma tartaruga ou uma tatuagem literária (que frase? que verso?, ainda não sei)

Roberto Bolaño, 2666
Sim sim, vias as agulhas ficavas logo cheia de medo. Beu Beu.
lol. é verdade
Eu, infelizmente não posso, tenho a pele demasiado sensível buahhhhhhh! E teria de fazer 2 ou 3!
E eu k tanto gosto…dps da 1ª, a vontade k dá é continuar por aí fora…
Pequeninas, discretinhas…
“Pequeninas, discretinhas… ”
Isa, a escolha dos adjectivos é deliciosa.
dá-me a impressão que não vais parar por aí, ó Isa
“pequeninas, discretinhas” é fofo
Ahahaha, sem dúvida fofo.
Eu queria mais uma, mas (há smp um “mas”)…
Claro está k teria de ser…pequenina e discretinha!
(Mais uma vz) O anónimo de riba, sou mesmo eu!
Ainda vou por o principezinho no rabo!
…. ou não!
ó marlene, não ficava mal (digo eu)
Não…não devia ficar nada mal, não senhora!
Terás todo o meu apoio (e dedicação!!!)
Muito louco mais acho que nao teria coragem de fazer uma
Muito da hora .Acho que ate vou fazer uma!