às vezes, procura-se insistentemente algo para escrever mas não surge nada. são dias secos, da imaginação e do desejo. do que todos falam, não vale a pena repetir. do que não falam, as forças andam fracas para descobrir. e, por vezes, ainda lemos algo que nos esmaga, seja pela beleza ou pelos efeitos que provoca. por isso me confesso: o elogio ao amor, de Platão, aniquilou-me e desde então ainda não consegui recompor-me. (e que delicia é este estado).
o elogio do amor (ii)
Published May 8, 2008 bibliofilia , desassossegos , literatura 2 CommentsTags: O Banquete, Platão

Roberto Bolaño, 2666
Fico contente…digamos que sou uma espécie de “secretária” do Platão…alegria vassala de quem vê o mestre reconhecido pois então…
Após ler Platão também deixei de ser o mesmo. Como tantos outros um génio na arte da oratória e da escrita .