1º dia da 17ª edição da Feira do Livro de Braga
O 1º dia de Feira ficou marcado pela entrega do Grande Prémio de Literatura DST a Nuno Júdice, pela obra Geometria Variável. Depois dos discursos “vira o disco e toca o mesmo”, o poeta subiu timidamente à tribuna e mal aqueceu o lugar. Geometria Variável oscila, segundo o próprio autor, entre Camões e Pessoa embora esteja mais perto de Camões. Júdice terminou a curtíssima apresentação lendo um poema que exprime tudo aquilo que pensa da sua poesia.
O momento alto da Feira não pertenceu, contudo, a Nuno Júdice mas ao Presidente da Câmara Municipal de Braga, Mesquita Machado, que encerrou triunfalmente o debate: “Muito dificilmente leio porque à noite vem-me logo o sono. Mas vou ler ‘Geometria Variável’.”
Na mochila veio, para além do livro de Nuno Júdice (oferta), a primeira pechincha do dia: “Todos contentes e eu também” de Manuel de Freitas (1,50 euro). Amanhã há mais.


Roberto Bolaño, 2666
Mas é fácil perceber que mesmo que não lhe “desse” o sono o Mesquita jamais leria…eheheheh…quando ele acabar de ler a Geometria Variável, numa perpectiva optimista , estarei num lar a fazer ponto de cruz e cheia de cataratas…
foi mesmo uma pechincha!
e gostei tanto de ler esse livro do manuel de freitas… *