o absurdo não morreu: está em convalescença
2008 February 25
depois de quatro dias de cama, sem conseguir ler uma única palavra de um miserável livro, o absurdo promete regressar amanhã à normalidade. por hoje, nem consigo pensar. preciso de livros.

Roberto Bolaño, 2666
Já percebi, então, que foste atacada por aquelas maleitas próprias de omnívoros!!! Eu bem me farto de dizer que os animais têm formas subtis de se vingar de quem os come….tssss….as melhoras….